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  • Aluno do MNPEF é contemplado com o Premio Shell de Educação Científica 2018

    Tobias de Assis, ficou em 1º lugar na categoria de ensino médio do Prêmio Shell de Educação Científica de 2018. (Foto: Divulgação)
     
    O mestrando do programa de Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física (MNPEF) da UFJF/IF Sudeste-MG, Tobias de Assis, ficou em 1º lugar na categoria de ensino médio do Prêmio Shell de Educação Científica de 2018. O aluno recebeu o valor de R$ 7.000 e uma viagem educativa a Londres, onde terá a oportunidade de visitar escolas e museus. O evento aconteceu no dia 22 de novembro, no Museu do Amanhã, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
     
    Assis apresentou o projeto: “Fontes de luz natural e artificial e sua relação com a vida humana”. Desenvolvido a partir de sua pesquisa no mestrado, o trabalho foi orientado pela pesquisadora da UFJF Giovana Trevisan Nogueira. O candidato desenvolveu um espectrômetro, instrumento óptico utilizado para medir as propriedades da luz, com o orçamento aproximado de R$ 100, enquanto o valor de mercado custa cerca de R$ 4.000.
     
    Antes de ser inscrito na premiação, o projeto foi aplicado por dois meses no Colégio Estadual Francisco Portella, no município de Natividade (RJ), onde Assis leciona. “Através do espectrômetro é possível os alunos avaliarem as fontes de luz e as alterações provocadas na luz por vidros e películas”, conta o mestrando.
     

     

    O Prêmio
     
    O Prêmio Shell de Educação Científica foi criado em 2014, com o objetivo de incentivar e valorizar professores das áreas de ciências e Matemática. São premiados projetos de educação inovadores que, por meio de metodologias diferenciadas, imprimam novas formas de ensinar e de aprender. Busca, com isso, reconhecer o trabalho de professores que transformam a sala de aula em ambientes criativos, despertando o interesse dos alunos pelo conhecimento científico.
     
    Podem concorrer docentes das redes públicas dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, do ensino fundamental II e médio. A edição de 2018 contou com 517 inscritos. Com a vitória de Tobias, o Colégio Estadual Francisco Portella também foi premiado com um kit multimídia, que incluiu um laptop, um projetor e caixas de som.
     
     
  • Resultado do edital para contratação de serviços de venda e emissão de passagens aéreas nacionais

    Empresa vencedora: Taks Tour Agência de Viagem e Turismo LTDA-ME Endereço: Rua Franco da Rocha, 132- Jardim Maia Cep: 07115-200 Guarulhos- SP CNPJ: 67.889.741/001-46 Sociedade Brasileira de Física 06/03/2018

  • Abertura de edital para contratação de serviços de venda e emissão de passagens aéreas nacionais

    A Sociedade Brasileira de Física fará realizar o recebimento de propostas para Cotação Prévia de Preço, tipo Menor Preço objetivando a contratação de serviços de venda e emissão de passagens aéreas nacionais. 
     
    Mais informações no edital a seguir.
     
  • Cordel sobre física usa literatura popular em sala de aula

    Pesquisa desenvolvida por aluno do Polo 31_URCA do MNPEF fez uso do modelo de literatura de Cordel para ensinar física a alunos do ensino médio na região do Cariri no Ceará. 
     
    A literatura de cordel passou a ser usada para falar sobre a Lei de Newton, conteúdos da física moderna, a Teoria da Relatividade de Einstein. Um dos símbolos da tradição popular nordestina, os versos rimados dos folhetos, colocados em cordas para a venda, agora são usados como ferramenta de ensino. O Folhetos de Cordel Científicos – um catálogo e uma sequência de ensino, lançado na última sexta, 24, é um exemplo de como a literatura popular pode ser útil na sala de aula. O livro é resultado de uma pesquisa orientada pelo professor Augusto Nobre, da Universidade Regional do Cariri (Urca).
     
    O estudo foi realizado pelo mestre em física, professor e poeta Ênio Gondin, que trabalhou o conteúdo de fonte de calor em versos. O volume dois da edição, fruto da pesquisa do licenciado em física Samuel Feitosa, 32, ainda não tem data para lançamento e trata da física moderna. “No ensino de ciências, que geralmente os alunos não gostam, é apropriado que o professor se utilize de ferramentas para chamar a atenção e que motivem o estudante. O cordel foi uma delas”, aponta Nobre, que leciona no curso de Física da Urca.
     
    Ensino aos jovens
     
    A partir deste trabalho, desenvolveu a pesquisa de pós-doutorado na Université de Poitiers, em Ensino de Ciências e Literatura, em Paris, na França, sobre a força que o cordel tem e a facilidade que apresenta no ensino entre os jovens.
     
    Agora mestre em Física, o professor e poeta Ênio Gondim trabalhou o conteúdo de fonte de calor na métrica dos versos. No cordel, relaciona física, astronomia, matemática e química. “Na região do Cariri, o interesse é ainda maior pelo cordel. É uma forma de chamar a atenção dos estudantes para o conteúdo”, explica ele. (Angélica Feitosa)
     
    Artigo original: Link